Saúde organizacional e performance das empresas: entenda a relação

A saúde organizacional contribui para o aumento da performance nas empresas sem deixar a qualidade de vida e o bem-estar dos colaboradores de lado. Continue a leitura para saber mais sobre esse tema tão importante na atualidade!

O que é saúde organizacional?

A saúde organizacional é um conjunto de medidas que visam promover melhorias nas empresas. 

Essas medidas podem englobar ações para melhorar o clima organizacional e até mesmo para trazer melhores condições de trabalho aos colaboradores.

Para criar essas medidas, é preciso ter em mente alguns pontos-chave:

  • Aumento da produtividade;
  • Satisfação dos colaboradores;
  • Motivação e qualidade de vida da equipe.

Unindo tudo isso, é possível ter a saúde organizacional como estratégia para alavancar os resultados da empresa e ao mesmo tempo valorizar os colaboradores.

Por que ela é importante? 

Segundo a consultoria McKinsey, em seu Índice de Saúde Organizacional, as empresas recebem um retorno até três vezes maior quando aplicam ações focadas em saúde organizacional.

Isso acontece porque as medidas não visam apenas o aumento do lucro das empresas, mas sim a forma com que ele é obtido. São feitas ações ligadas à ergonomia, boas práticas na gestão de equipes, clima interno e muito mais.

O mais interessante é que, além dos resultados financeiros de última linha, a empresa também consegue ver melhoras por meio de outros indicadores, como é o caso da retenção de talentos, do absenteísmo e do turnover, por exemplo.

Saúde organizacional e aumento da performance 

O aumento da performance dos colaboradores que atuam em empresas com boas políticas de saúde organizacional acontece devido a essa valorização.

Eles se sentem mais acolhidos e cuidados pela empresa. Políticas de saúde mental e física ajudam a trazer esse sentimento para a equipe e ainda fazem com que a produtividade dos colaboradores aumente.

O mais importante é entender que o equilíbrio é a chave para o sucesso quando falamos em saúde organizacional. A performance deve ser considerada (até porque o negócio precisa dela), mas não pode ser o objetivo absoluto.

Uma empresa que aplica ações efetivas de saúde organizacional se preocupa com a Síndrome de Burnout, por exemplo, que consiste no aumento da ansiedade e depressão dos colaboradores que são expostos a rotinas exaustivas de trabalho.

Atualmente, devido a uma ação da Organização Mundial da Saúde (OMS), um colaborador que desenvolve a Síndrome de Burnout tem os mesmo direitos trabalhistas das pessoas que possuem outras doenças ocupacionais.

Dessa forma, a empresa que se preocupa com a equipe, entendendo suas necessidades e promovendo melhorias nesse sentido, tende a ter uma performance saudável e melhor dos colaboradores, além de criar uma marca empregadora forte e ser reconhecida pelo seu employee experience.

Outros pontos importantes 

Para medir a saúde organizacional, é possível fazer pesquisas de clima, avaliar taxas de turnover e mensurar dados por meio do Net Promoter Score (eNPS). Essas ações ajudam a entender como está a saúde organizacional na empresa, mas ainda não trazem soluções ou melhorias.

Para efetivamente ter uma política de saúde organizacional, o ideal é oferecer programas de saúde aos colaboradores, incentivar o desenvolvimento da equipe, aumentar os níveis de flexibilização dos modelos de trabalho, automatizar alguns processos e oferecer benefícios flexíveis para suprir as reais necessidades dos colaboradores.

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