Flash apoia prêmio que vai reconhecer os RHs mais inovadores do Brasil

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A Flash é a patrocinadora oficial do prêmio Think Work Flash Innovations, que vai reconhecer as melhores práticas de gestão de pessoas do país.

Desenvolvida pela Think Work, startup de conhecimento sobre gestão de pessoas que visa empoderar o RH, a premiação, que tem inscrições abertas até o dia 30 de junho, é a primeira do tipo no Brasil. “Os prêmios de hoje são focados nos líderes de RH ou nas práticas da empresa inteira. Não existia nada para reconhecer os projetos inovadores”, diz Tatiana Sendin, fundadora e CEO da Think Work.

Segundo ela, o prêmio tem três grandes diferenciais: ser contemporâneo, democrático e colaborativo, possibilitando que as companhias que estejam vivendo problemas parecidos se inspirem umas nas outras, compartilhando seus aprendizados. “Ao dar visibilidade aos bons projetos de RH que estão escondidos pelo país, nós vamos dividir conhecimento e fortalecer toda a comunidade de gestão de pessoas.”

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Propósito é democratizar a gestão de pessoas no Brasil

Abastecer o ecossistema de recursos humanos com ideias inovadoras, capazes de transformar o ambiente de trabalho e a vida dos colaboradores, é o que motivou a Flash a apoiar a primeira edição do prêmio.

“Nós surgimos para questionar o status quo e olhar para inovação do mercado. Quando a Think Work nos apresentou o conceito do prêmio, entendemos na mesma hora que havia sinergia com a nossa missão de revolucionar o mercado de RH. Queremos conhecer e reconhecer os times que estão mudando a maneira como se faz gestão de pessoas no Brasil”, diz Rafael Maia, CRO (Chief Revenue Officer) da Flash.

Das centenárias às novatas

Além de contemplar projetos de segmentos mais tradicionais do RH, como carreira e desenvolvimento, o prêmio vai abrir a possibilidade para que as organizações apresentem o que têm feito em áreas mais novas da gestão de pessoas, como people analytics e employee experience.

Qualquer empresa pode se inscrever no prêmio Think Work Flash Innovations, pois não há limitações como faturamento, porte ou tempo de operação.

“Sabemos que existem tanto empresas centenárias quanto startups inovando na gestão de pessoas. E temos certeza que vamos encontrar projetos super inspiradores acontecendo ao redor do país todo”, diz Sendin.

Ao todo, a premiação avaliará projetos de 12 categorias diferentes:

  • diversidade
  • carreira;
  • desenvolvimento;
  • cultura organizacional;
  • employee experience;
  • liderança;
  • people analytics;
  • remuneração e benefícios;
  • programas de desenvolvimento para jovens;
  • transformação digital do RH;
  • saúde e qualidade de vida;
  • atração e seleção.

Metodologia moderna e descomplicada

O questionário de inscrição é composto por duas partes. A primeira é quantitativa e a empresa passa informações gerais sobre as suas práticas de recursos humanos. Já a segunda é qualitativa, com a descrição detalhada da iniciativa inscrita — tempo em vigor, desafios na implementação, diferenciais e resultados obtidos.

“A descrição do projeto tem um peso maior, que equivale a 80% da avaliação. O questionário quantitativo de práticas do RH representa os outros 20%”, explica Matthias Wegener, head de pesquisas da Think Work, idealizadora do prêmio.

De acordo com o pesquisador, cada companhia poderá inscrever até seis projetos, sendo no máximo dois por categoria. “A única limitação em relação à iniciativa é que ela esteja rodando. Só não pode ser uma prática ainda no papel.”

Banca julgadora reúne nomes do mercado e da academia

Os três finalistas de cada categoria serão avaliados por uma banca de jurados independentes, composta por acadêmicos e profissionais de mercado com expertise em temas relacionados à gestão de pessoas.

“Formamos um comitê diverso, que mescla nomes do mercado com nomes da academia. São pessoas que passaram por grandes empresas e fizeram inovação ou estão pesquisando sobre gestão de pessoas em grandes universidades nacionais e internacionais”, afirma Wegener.

Entre os jurados estão Alessandra Morrison, board member, mentora e ex-líder de RH da Kimberly Clark; Angela Lucas, professora e pesquisadora na área de Gestão de Pessoas na Unicamp; Claudio Garcia, professor da NYU (Universidade de Nova Iorque) e presidente da The Outthinker Strategy Network; Marcelo Nobrega, especialista em inovação e tecnologia em RH, investidor e conselheiro de HRTechs; Sofia Esteves, founder e presidente do conselho Grupo Cia de Talentos.

“A Flash não faz parte da banca e não entra em nenhuma das etapas de avaliação. Costumo dizer que este será o Oscar do RH, pois teremos uma ‘Academia’ extremamente qualificada para avaliar e julgar os projetos. Estamos apoiando o prêmio para aprender com as empresas e entender como trazer ainda mais inovação para o RH”, diz Rafael Maia, ressaltando a independência do comitê. 

Marque na agenda

Como a premiação visa reconhecer quem põe a mão na massa e faz a transformação do RH acontecer na prática, a inscrição deve ser feita pela equipe responsável pela iniciativa. Para isso, os interessados devem ter em mãos o nome e CNPJ da empresa, dados de contato do responsável pela inscrição e informações sobre quem colocou a iniciativa de pé.

As aplicações são gratuitas devem ser submetidas até o dia 30 de junho pelo site da Think Work: thinkworklab.com/premio-think-work-flash-innovations 

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